Isso não é Cristianismo!

23 de dezembro de 2010 — Deixe um comentário

Então, aproveitando que é Natal, estou postando um texto que achei maravilhoso e fala sobre o real sentido do cristianismo genuíno… Ainda sem tempo para escrever, vou aproveitando para colocar aqui os pensamentos dos meus irmãos que escrevem tão maravilhosamente bem! Seja abençoado!

“A história cristã mostrará a cada um de nós que o cristianismo floresceu através de sangue. Primeiro, Jesus na cruz e sua morte violenta. Depois os apóstolos que morreram defendendo a verdade de que Jesus era ( e é ) Deus e que ressuscitou dos mortos. Uns foram transpassados por lanças. Outros, crucificados ou decapitados. Depois vieram os mártires dos séculos pós-apóstolos. O coliseu com suas feras. As fogueiras. As torturas. Cada morte mais horrenda. Um deles – um desses cristãos que não são nada parecidos com os atuais – foi amarrado pelos pés a um cavalo, que saiu disparado por uma escadaria e seguiu arrastando o corpo do cristão por muitas ruas. Que morte! Que testemunho! Podemos falar de Policarpo, que aos 85 anos respondeu ao procônsul que não temia as feras, nem a fogueira ou qualquer outra coisa. Ele disse que era cristão e que isso significava o seguinte em suas palavras: “porque para o cristão o arrependimento do melhor para o pior não é algo permitido para nós”. Assim, firme e resoluto, Policarpo foi morto.

Muitos desses cristãos que foram assassinados cruelmente morreram por Cristo. Não o negaram. Diante da morte eminente, decidiram resolutamente que seriam fiéis até o fim. Muitos deles foram perseguidos, torturados, ridicularizados, enquanto lutavam contra os poderosos dizendo: “isso não é cristianismo. Isso não é o que a palavra de Deus diz”. Muitos deles foram mortos como William Tyndale por simplesmente traduzir a Bíblia para tirar o povo da ignorância. Ou foram presos por pregar a palavra como John Bunyan. Esses cristãos lutavam por um mundo mais justo como Willim Wilberforce e Martin Luther King Jr. Esses cristãos lutaram para que a palavra de Deus fosse a autoridade maior, não a opinião dos homens. Lutavam para amar os pobres. Para ver pessoas convertidas. E sobre o sangue de milhares de cristãos e sobre os sacrifícios de milhares deles, o cristianismo floresceu. Quem poderia dizer que depois de esmagá-los, torturá-los e matá-los, a fé cristã se multiplicaria tanto?

O que machuca mais meu coração é que depois de tanto tempo a nossa maior luta como cristãos é acordar cedo para ler a palavra ou tentar se concentrar no que lemos; a nossa maior luta é para evitar o conforto ou o controle da televisão; é para não ser dominado pelo computador; é para ir à igreja no domingo ou deixar de ir para uma festa ou evitar isso ou aquilo. A nossa maior luta ultimamente é saber quando vamos casar para fazer sexo ou quando vamos comprar o nosso apartamento. “Senhor, será que você pode me dar um iphone? Eu quero tanto”, alguns oram assim. A nossa maior luta é para andar na moda e para falar como os outros falam para que sejamos da galera. A nossa maior luta é para fazer um culto que atraia os cristãos-clientes, que só sabem criticar ou aplaudir. Temos dificuldade para orar, para ler a Bíblia, para jejuar, para dizer não a determinadas coisas que são tão simples. A nossa maior luta como cristãos atuais é se preparar para o mercado de trabalho, é ter dinheiro e poder viajar com os amigos.

Eu pergunto: amigo cristão, você não ouve os pobres chorando de fome? Para que você quer um iphone? Amigo cristão, você não enxerga que as pessoas estão sendo lançadas no inferno, enquanto você pula ao som da sua banda favorita naquela festa? Amigo cristão, por que você não consegue ler a bíblia e orar? Não será por causa do controle da televisão, da internet, do twitter, e tantos confortos que nós temos por pensar erroneamente que esse maldito mundo é o nosso lar eterno?

Eu vou dizer claramente para você que está vivendo assim: ISSO NÃO É CRISTIANISMO. E possivelmente você nem seja cristão.

E se você falar que não é bem assim, eu direi: faça um favor a Cristo, diga que qualquer outra coisa, menos cristão.

Que o Senhor desperte em nós uma fé como a dos mártires!”

F.P.Mastrillo

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