A Ilusão da Revolução

20 de junho de 2013 — 15 Comentários

imagesO país está fervendo e não se fala em outra coisa além da suposta revolução que se iniciou por causa dos benditos vinte centavos do aumento da passagem de ônibus. Ta, “não foi por causa dos vinte centavos”, ok, esse foi o estopim de um povo indignado pela corrupção e descaso dos governantes que têm abusado do poder que lhes foi atribuído democraticamente. Em outras palavras, o povo “cansou”, e agora quer revolucionar a ordem do país para que o progresso de fato aconteça.

Sair às ruas, levantar cartazes, organizar manifestações nas redes sociais, murmurar online e protestar em praça pública, portanto, tornou-se o novo hit do momento, e depois de ver inúmeros cristãos aderindo aos “movimentos revolucionários”, decidi abordar a questão da maneira mais bíblica que a luz que eu tenho da Palavra me permita.

Particularmente, considero tudo isso uma imensa ilusão, e já pretendo explicar o porquê. Não estou falando a respeito da busca por um país melhor, ou de se “lutar” para fazer valer os direitos do povo pois, de fato, são legítimos e devem ser requeridos. Falo, contudo, dos meios que estão sendo usados para se atingir os fins, isto é, estou me referindo a todos esses protestos repletos de vandalismo e desrespeito ao próximo.

Definitivamente, isso não pode ser certo, e ainda que digam que apenas uma minoria aja assim, isso não é verdade! O ajuntamento das massas tem propiciado o saqueamento de estabelecimentos comerciais e a depredação de repartições públicas Brasil afora, o que já passou de absurdo.

Além disso, protestos desse tipo são de pouco efeito, e vão resultar em algumas melhorias imediatas e superficiais, mas não vão mudar o “sistema” do nosso país.

A verdade é que depois de um tempo de calmaria pós-revolução, os desfalques nos cofres públicos vão continuar a acontecer, exatamente do mesmo modo como depois do impeachment de Collor , quando diferentes corruptos assumiram o poder e desviaram o dinheiro público de outros modos menos traumáticos e cara-de-pau que o confisco de cadernetas de poupança, embora não tenham deixado de fazê-lo. É o famigerado e inevitável efeito “mosca na sopa” do Raul Seixas – “se você mata uma, vem outra no seu lugar…”

Revolucionar, nos termos atuais, infelizmente tem sido confundido com “intimidar pela bestialidade da violência”, seja ela literal, verbal ou moral; só que gritos e badernas simplesmente não mudam o governo, porque não mudam AS PESSOAS.

Jesus sabia disso muito bem, e é precisamente por essa razão que eu não consigo imaginá-lo no meio de uma multidão dessas, levantando cartazes e dizendo que “o povo não é besta não” e “o gigante acordou”. Não, ele não faria algo assim, deixe-me enfatizar. Ele também não desenharia memes ridicularizando César, não faria piadas ou trocadilhos com a sua imagem, não o desrespeitaria como pessoa ou como autoridade. Ele nos ensinou a respeitarmos os líderes, a despeito dos seus disparates, pois estes prestarão contas ao Supremo Juiz um dia.

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O Cristo que a Bíblia apresenta era um revolucionário genuíno, mas não usava a força, o grito ou a afronta. Além do mais, seus métodos eram inteligentes e pacíficos, e cuidavam da raiz dos problemas, não das suas folhas ou frutos.

Jesus sabia que a corrupção não é um mal dos tempos modernos, mas que desde o infortúnio da traição de Adão, ela está mais presente neste mundo do que gostaríamos: especificamente nos corações dos homens. Em suma, se não mudarem os corações, nada será mudado, ou muito pouco.

Nos tempos de Jesus, por exemplo, já havia desigualdade social, tirania e abuso de poder. Também havia cobrança exorbitante e indevida de tributos, injustiça e opressão. Provavelmente tudo em maior escala do que no nosso tempo, já que vivemos em um estado democrático e ele era cidadão de uma nação dominada pelo Império Romano.

Prova disso é que Zaqueu, “fiscal da Receita Federal” da época, ao encontrar-se com Jesus, prometeu-lhe restituir a todos que havia defraudado até aquele dia, em dobro. Noutra passagem, em conversa com Pedro, Jesus admitiu ser injusta a cobrança do tributo das didracmas aos cidadãos nativos (apenas os estrangeiros deviam pagar aquele imposto), mas mandou Pedro ir buscar o dinheiro para pagar mesmo assim, a fim de que ninguém fosse escandalizado. (Mt 17)

O Jesus bíblico JAMAIS reivindicou direitos do Estado, pode ler na sua Bíblia – não há uma reclamaçãozinha sequer, absolutamente! E olhe que ele tinha consciência política, não era um alienado. Sabia muito bem dos esquemas dos “mensalões” da época, conhecia suas manobras e artimanhas. Tinha também ciência do quanto o povo, por quem ele mais tarde morreria, sofria nas mãos dos tubarões, mas sabia que o mal tinha que ser arrancado pela raiz.

Olhando um pouco mais de perto a situação político-social em que ele vivia, é mesmo estarrecedor que ele não tenha se indignado e feito motim contra o governo de sua era. É realmente contra a lógica deste mundo, e de uma sabedoria impressionante, o fato dele nunca ter movido uma palha em relação a isso.

O povo bem que quis, vale a pena ressaltar. Os “revolucionários” da época, certa vez, quiseram elegê-lo rei (por certo eram os “cara-pintada” daquele tempo). Lembrando eles das profecias que prometiam paz sem fim para o povo de Israel, no governo que seria estabelecido pelo Messias esperado (Is 9.7), ao presenciarem o milagre da multiplicação dos pães e deduzirem (com razão) que Jesus era o “profeta que havia de vir ao mundo” (Jo 6.14-15), equivocada e carnalmente concluíram que este seria um governo terreno e uma paz civil. Como sabemos (ou deveríamos saber), não se tratava disso.

A questão é que o povo judeu perdeu a bênção da redenção porque estava esperando um Messias político e não um espiritual. “Ele veio para o que era seu [Israel], mas os seus não o receberam…” (Jo 1.11). Eles rejeitaram Jesus também porque tiveram suas expectativas frustradas, já que esperavam que um Messias que liderasse uma revolução que expulsasse os romanos e os livrasse da tirania herodiana. Daí Jesus só falava em amor, perdão e tolerância, e o povo queria protesto, manifestação e revolução… Deu no que deu.

tumblr_moeg1a5R8r1rfgy8fo1_500Mas Cristo não veio ao mundo para governar uma pátria e estabelecer uma ordem exterior, superficial e efêmera. Ele não queria ser rei do Estado Israelita e não aspirava sentar num trono literal, pelo simples fato de saber que esse tipo de governo não poderia trazer a paz que a humanidade precisa. Ele estava determinado a ser Rei e Senhor absoluto da vida de cada ser humano.

A verdade irrefutável é que a raiz da corrupção tem que ser arrancada dos corações dos homens, e nenhum protesto pode realizar essa obra em quem quer que seja. O único impeachment que dá ordem ao caos da nossa existência é o de satanás. O único manifesto que liberta verdadeiramente o homem, é o de rendição a Deus e submissão ao senhorio de Cristo.

Lamentavelmente, enquanto houver gente sem o governo espiritual do Rei Jesus, haverá desordem e corrupção, e tantos quantos forem destituídos dos seus cargos serão substituídos por outros igualmente pervertidos, ou que se deixarão adulterar pelo sistema.

Não estou dizendo, de nenhum modo, que nada vai ser obtido como lucro das manifestações. Alguma coisa vai mudar, sim. Algumas poucas. De fato, as tarifas do transporte público já foram baixadas, e como decorrência dos protestos nas ruas, algumas leis provavelmente serão revistas ou implantadas. Outras transformações também poderão acontecer, mas não radicais, não suficientemente consistentes e, com certeza, não satisfatórias.

Seguramente, até que Jesus volte para estabelecer o seu governo e cumprir a Palavra que diz “tragada foi a morte pela vitória” (1 Co 15.54), a corrupção não cessará, e toda revolução que não aconteça de dentro para fora, portanto, será apenas uma grande ilusão.

É por isso que, como Igreja de Cristo e representantes do governo celestial, o melhor que podemos (e devemos) fazer, é exatamente o que Jesus nos ensinou: orar pelos governantes do nosso país, para que tenhamos uma vida tranquila e sossegada na medida do possível (1Tm 2.1-2), e anunciar o evangelho do Reino INCORRUPTÍVEL e eterno, que fará com que a paz que está dentro dos nossos corações se dissemine, e transcenda todas as fronteiras geográficas e ideológicas.

Aqueles que não têm considerado essa alternativa suficientemente eficaz, certamente desconhecem o poder que há na oração do justo e no evangelho da salvação.

Pois, embora vivamos como homens, não lutamos segundo os padrões humanos. As armas com as quais lutamos não são humanas, mas são poderosas em Deus para destruir fortalezas(2 Coríntios 10.3-4)

Viva a Revolução! [A verdadeira, não a ilusória.]

Luciana Honorata

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15 Respostas para A Ilusão da Revolução

  1. 

    Concordo em partes. Em primeiro lugar, o direito de manifestação precisa ser respeitado. É uma garantia Constitucional que nós soubemos muito bem usar na hora do manifesto em favor da família. Acho meio complicado dizer que não resolve nada ou se resume a vandalismo. Nossa história mundial é pontuada por projetos de lei que surgiram graças ao pulso firme da população na hora de ganhar as ruas. Não mudaram a essência do país, mas garantiram direitos a classes sociais largamente descriminadas. A manifestação popular produz resultados quando é produzida com responsabilidade em torno de uma causa em comum. Gera benefícios em determinados aspectos para a sociedade.
    O problema é que eu não vejo isso no momento em que vivemos. Ninguém mais sabe pelo que se está protestando. Botaram numa sacola as tarifas, hospitais, estádios, escolas e estou vendo a hora reclamarem da eterna reprise das novelas mexicanas. As pessoas querem tudo e não estão entendendo que 90% desse tudo não se resolve no grito. Boicotar a Copa não vai trazer de volta o dinheiro gasto no evento. O momento certo de refletir sobre isso era quando o povo estava aproveitando o show de graça na praia para comemorar a escolha do país como sede do mundial. Agora é respeitar e lembrar que as delegações estrangeiras e turistas não têm nada a ver com isso. Não dá para simplesmente reivindicar um país melhor, com amor, paz e honestidade. A Instituição é o espelho das pessoas. Só vamos refletir esses valores quando vivermos esses valores. É uma equação muito mais profunda do que se pensa. O que se pode pedir são programas de curto prazo para tratar imediatamente de problemas que já representam um caos para nós. Manifestação nenhuma vai passar desse resultado, politicamente falando. Pior que nem isso se está fazendo, porque ninguém está disposto a sentar para discutir os problemas, enumerá-los e organizar esse movimento todo. Cada qual pega um cartaz e vai gritar na rua pelo que vem á cabeça. Não é revolução e, do jeito que vai, nem é manifestação. São diferentes aglomerações sem alvos determinados se reunindo simultaneamente no país para reproduzir um comportamento. Tá mais pra flash mob coletivo.

    Observação 1: Acho linda a democracia e acho lindo quando marcham para expressar a VONTADE de um país mais justo e correto. É melhor fazer isso em apenas um dia de forma eficiente. Não adianta uma onda de protestos, porque presidente nenhum pode aparecer na sacada de um prédio com um país novo pra nos acalmar. Isso é política a longo prazo. Se descabelar até o país mudar é entrar num barco furado. É mais eficiente orar pelas autoridades e por esse povo com tanta sede de uma vida melhor.

    Observação 2: Muito se falou numa profecia dada no tal congresso do Diante do Trono. Se for do Senhor vai se cumprir e não me cabe julgar como as peças vão se encaixar para isso acontecer. Os protestos vão fazer parte? Não sei. Mas as manifestações SOZINHAS não significam, de imediato, tudo sendo mudado e abalado. Vamos deixar que esse momento passe, que os frutos de tudo isso se revelem e que as coisas se articulem. Não posso apontar o vídeo no youtube e dizer “Ó aí, ó! Começou!”.

    Observações 3: Admiro muito você. Mil perdões pelo tamanho, me empolguei.

    • 

      Olá, Lucia, graça e paz! Muito obrigada por comentar e pelo carinho. Seja sempre bem vinda, ainda que seja para discordar. Só queria deixar claro que não disse q não vai dar em nada, pelo contrário, admiti que algumas pequenas mudanças positiva realmente virao como lucro das manifestações, mas não muitas e não duradouras ou satisfatórias. Concordo com seu ponto de vista de um modo geral, faz muito sentido e tbm eh o que penso. Um grande abraço e volte sempre! Ficando livre, vale ressaltar, para escrever o quanto quiser. 🙂

      • 

        Ah, obrigada, seus textos são ótimos (tietando). E longe de mim querer bancar a dona da razão, só pra deixar claro. Sou jovem e tenho muito a aprender. Concordo com muito do que você colocou e pensamos de maneira semelhante – por isso desabafei aqui. Me dói ver a minha geração imaginando que acordou diferente enquanto pinta o rosto de verde e amarelo para postar no instagram. Eu acredito de verdade que Jesus foi o maior dos revolucionários. O problema é que isso nas ruas não é revolução.

  2. 

    Olá Luciana, graça e Paz! Eu discordo um pouco do que você escreveu, acredito que nosso Senhor foi o maior revolucionário que já existiu, como citado acima, entretanto exite uma passagem na Palavra que diz que JESUS derrubou as mesas de vendedores no templo em Mateus 21:12 – Marcos 11:15-19 – Lucas 19:45-48. claro, o contexto era outro, porém foi uma forma de protesto também vinda do nosso Senhor, com isso não quero justificar a violência de uma minoria que são verdadeiros oportunistas, que se aproveitam da situação para efetuarem saques, como aqui em São Paulo onde muitas pessoas da chamada Crakolândia, no centro, aproveitaram para efetuarem os roubos para trocar por droga, esses não estavam lá para protestar e sim para causar confusão mesmo então não podemos generalizar tudo. não esquecendo também que nós evangélicos somos chamadas de protestantes, devido a toda a história de protesto contra a antiga igreja Romana, como por exemplo, as 95 teses de Martinho Lutero, fora outros que contribuíram para que pudéssemos ter livre acesso à Palavra de DEUS.
    Quer DEUS a abençoe grandemente e continue a propagar o evangelho da salvação como vem fazendo.
    Abraço,

    Daniel Martins

    • 

      Olá, Daniel, paz!
      Muito obrigada pela visita e pelo comentário, primeiramente. Vou escrever a respeito de Jesus no templo, e tb vou abordar Lutero em um texto posterior. Não deixei de pensar nos casos citados e vou tratar deles, como alguns têm lembrado e questionado. Só não o fiz neste texto pq ficaria muito longo, e ainda não tive como escrever outro. Espero poder me fazer entender. Seja sempre bem vindo, ainda q Seja para discordar. Grande abraço!

  3. 

    Luciana, Boa noite!
    Fé sem obras é morta!!!
    Esse levantar do povo de seu “deitado eternamente em berço esplêndido” já é resposta de oração do povo de Deus.
    E como já citaram acima, Jesus foi o maior revolucionário que existiu.
    Infelizmente, no meio de 100 pessoas que não aderem a violência, existirá um que fará vandalismo.

    • 

      Olá, Bruno, acho que não eh isso que Tiago quer dizer no contexto da sua epístola, mas compreendo o que vc quis dizer. Eu no entanto, acredito que a ação da Igreja deve ser em primeiro lugar a pregação do evangelho ea oração, junto com as obras sociais , que foi o recomendado no Novo Testamento. As mobilizações civis também entram, não sou contra, mas acredito nelas de forma objetiva, com representantes cristãos agindo em prol do povo no governo e usando meios mais diretos como abaixo assinados e manobras jurídicas legais. Acho as manifestações de um modo geral perigosas e temo por isso acabar virando contra nós. Além do mais, se o povo não for mais objetivo, se perderá num mar de confusão. Não sou contra manifestações pacíficas, mas elas não tem sido assim, infelizmente. Muito obrigada por comentar e seja sempre bem vindo. No amor de Cristo.

  4. 

    acho que vc tem conhecer um pouco mais de história, todas as revoluções, passam por sangue e suor, mesmas a ditas pacíficas, veja o exemplo de Ghandi.. vc pode não concordar com as manifestações e enfatizar apenas os aspectos negativos, como grande parte da mídia estava fazendo. o que importa é várias pessoas estão estão saindo do seu conforto e protestando por algo que lhe é salutar. É VISÍVEL QUE Sem manifestações a luta por direitos civis nos Estados Unidos não teria acontecido, eram passeatas que movimetavam milhares de pessoas, fora os conflitos com a polícia.. e homens com Malcom x, e Martin Luther King(homem de Deus) não teriam modificado pra melhor a condição do negro no USA. olhe ao seu redor. veja as condiçoes socias que as pessoas vivem. a omissão também é pecado. realiza algum trabalho em presídio? visita os que estão em cárcere? ou vive só no seu conforto dando twetada pra ca e para lá?

  5. 

    Excelente seu texto! NA MINHA OPINIÃO trata-se de cultura, e a do Reino do Céu funciona assim, como Jesus nos mostrou.

  6. 

    Concordo com todas as suas palavras. Admiro a sabedoria que Deus lhe deu para falar sobre este assunto, e eu tenho a mesma visão que você tem. Até divulguei as mesmas ideias aos que convivem comigo, e também nas redes sociais, e fico muito feliz por encontrar alguém que está de acordo com as ideias Bíblicas. Aproveito, se possível, para acrescentar alguns argumentos que eu percebi: a Bíblia diz, em 1 Coríntios 10:31, que devemos “fazer tudo para a glória de Deus”. Será que, ao participarmos destes manifestos, estaremos glorificando a Deus? Claro que não! Pois, ao haver mudanças na classe política, a que será atribuído o mérito de tais mudanças? Ao povo, lógico. E esquecerão do grande poder de Deus para mudar corações. Além do mais, argumentos humanos não poderão ajudar a mudar o mundo, e sim a Palavra de Deus, que “é viva e poderosa e corta mais do que qualquer espada afiada dos dois lados. Ela vai até o lugar mais fundo da alma e do espírito, vai até o íntimo das pessoas e julga os desejos e pensamentos do coração delas. ” (Hebreus 4:12)… Muitos dizem que eu e você, que temos este pensamento, não ajudamos as pessoas. Pois da minha parte, e acredito que também da sua, eu prego a Palavra do Senhor, e tenho certeza de que essa é a maior ajuda que podemos dar aos pobres e necessitados, não negando a ajuda financeira, o que o povo de Deus com que eu convivo faz, e faz muito bem, tudo isso para a glória do Senhor Jesus. Me perdoe pelo tamanho do texto, são muitas ideias, rsrsrs. Que a graça e a paz de Jesus sejam com você.

  7. 

    Deus amado!!!!!! Enfim algo inteligente no meio dessa confusão!!!! Eu estava pensando que era a única que estava vendo isso!!!! Graças a Deus pela sua vida!!!!

    “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra”
    2 Crônicas 7:14

    http://pekenoscristos.blogspot.com.br/2013/06/manifestacoes-pacificas.html

  8. 

    Olá Luciana, a Paz!!

    Achei seu texto publicado por um colunista do site Gospel+, parece que a maioria das pessoas lá não gostaram muito rsrs. Meu ponto de vista é o mesmo, creio que algumas pessoas fizeram confusão com o que você pela falta de uma pequena observação, que é esta: Existe uma diferença entre o protesto de Jesus e o protesto contra o Estado. Jesus “protestou” ou “revolucionou” contra o pecado, contra os principados e potestades, contra a própria natureza humana. O mesmo Cristo jamais defendeu a ideia de um protesto contra O ESTADO, que é esse protesto contra o Estado no qual você se referiu como ilusão, que eu também concordo que seja uma ilusão.

    Sou totalmente contra a ideia de que cristãos vão protestar contra o estado nas ruas, tenho razões bíblicas e históricas para tal. Apesar de reconhecer que todo cidadão cristão também tenha direitos perante a constituição, os cidadãos cristãos precisam entender mais as profecias e a revelação de Cristo acerca dos demônios que regem os governos do mundo.

    Nesta mistura de fé e razão, de bíblia e história, concordo contigo de que não cabe a nós por as esperanças nestes movimentos. Antes, que a igreja brasileira proteste contra o pecado, pois nisso ela está se calando!

    Parabéns pelo blog e pelo texto, e também estou preparando uma matéria sobre esse assunto no meu rs. A Paz! Abraços! 🙂

  9. 

    Pedimos encarecidamente que você examine o mais rapidamente o trabalho “Novo Brasil”, disponível no link:http://bit.ly/1jMn2BH.
    E, se de acordo, incentive seu público a assinar e difundir intensamente as petições ao Aécio e Eduardo Campos, em
    https://secure.avaaz.org/po/petition/ao_candidato_a_Presidencia_da_Republica_Aecio_Neves_AECIO_NEVES_TRAGA_O_CRISTOVAM_BUARQUE/ e em https:
    //secure.avaaz.org/po/petition/ao_candidato_a_Presidencia_da_Republica_Aecio_Neves_AECIO_NEVES_TRAGA_O_CRISTOVAM_BUARQUE/ e em
    https://secure.avaaz.org/po/petition/ao_candidato_a_Presidencia_da_Republica_Eduardo_Campos_EDUARDO_CAMPOS_TRAGA_O_CRISTOVAM_BUA

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