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Eu queria começar o texto de uma forma que chamasse a atenção das pessoas que se sentem desvalorizadas em um relacionamento (romântico ou de amizade mesmo) e não estou encontrando uma forma criativa de fazê-lo, então vou ser direta: ei, é pra você! E assim podemos começar.;)

Eu tenho visto você, e eu já fui uma “você”. Daqui do outro lado da tela, vejo as pessoas reclamando de solidão, de traição, de falta de consideração, de abandono, de decepção e do quanto, a despeito de suas tentativas incessantes, de sua tolerância constante, e da sua correta atitude, sempre tendem a ser desprezadas.

Eu vejo – pessoalmente e nas redes sociais – você me contar o quanto se dedica, confia e se entrega em suas relações, sem colher aquilo que planta. É triste, eu sei. Embora não tenha o hábito de me expor nas redes, eu já senti muito além da pele a dor que é dar o melhor de si, de se abrir sem reservas, de dar crédito e pagar pra ver, pensando e fazendo aquilo que é certo, procurando ser justo,  paciente, benigno, e no fim, ser tratado com indiferença ou descaso. Como disse algum filósofo do século XVII, “é punk ser feito de besta”.

Mas veja bem, eu não quero que esse pareça um texto triste, um lamento. Eu quero falar sobre isso de forma franca com você, pois me peguei, enquanto subia degraus por trinta minutos num exercício de tédio em que pude ficar sozinha com myself, refletindo sobre algo que Jesus falou há 2 mil anos, e que nós deveríamos levar em consideração se não quisermos ficar fazendo papel de trouxa a vida inteira.

[Pode começar a me amar agora. Obrigada, de nada.]

Sempre que alguém me fala que foi desprezado por outrem, eu me lembro dessa frase que Jesus falou bem no meio do sermão da montanha, e parece descontextualizada do restante do seu discurso. Jesus ta lá no meio dos discípulos falando sobre não julgar e não ficar apontando os erros alheios, sem antes enxergarmos (e corrigirmos) os nossos próprios, quando, “do nada”, solta: “Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas, não aconteça que as pisem com os pés e, voltando-se, vos despedacem” (Mateus 7.6).

Antes que algum religioso/teólogo/patrulheiro queira corrigir a hermenêutica e exegese da minha reflexão, quero deixar bem claro que sei muito bem que o Brother-mor estava originalmente falando sobre pregarmos a Palavra àqueles que claramente as desprezam e não querem ouvir, mas peço licença aos senhores reverendíssimos para usar o princípio aqui contido para filosofar a bem de todos. Amém? Prossigamos.

Durante muito tempo, confesso, eu ouvi esse conselho sem entender muito bem. Durante outro tempo, ouvi e entendi do modo tradicional, mas não refleti o suficiente sobre ele. É evidente que o conselho é “não perder tempo e energia” com alguém que está predisposto a rejeitar o argumento que você tem a oferecer, mas falar sobre porcos e cães me parecia um pouco apelativo, exagerado, pesado, na verdade. E as pérolas e coisas sagradas então…

Acontece que falar de pérolas é falar de algo precioso. Quem for pesquisar, verá que pérolas são o resultado de um processo interno de defesa das ostras e blá blá blá, todo aquele sacrifício englobando partículas durante em média 3 anos pra, talvez, se der sorte, a defensiva resultar numa pérola com formato redondo e negociável. Não vou ficar romantizando a produção de pérolas, você vai encontrar um milhão de blogs que já fizeram isso. A questão aqui é: a preciosidade da joia se dá por sua raridade, e a raridade é fruto do tempo e investimento, somado à dificuldade de, depois de muita espera, o negócio dar certo.

Eu estou falando de mim e de você, se ainda não notou. Dessas pérolas que nós temos, desses sentimentos bonitos que cultivamos, fruto do nosso amadurecimento, das nossas defesas contra as coisas ruins que nos aconteceram e decidimos fazê-las aprendizado. Tô falando de todas as vezes que lutamos contra nossos instintos pra fazer o que sabíamos ser o certo, e nos encontramos melhores do que ontem. Estou falando do nosso tempo, do nosso dinheiro, da nossa atenção e dedicação. Falo do nosso amor, que é coisa tão rara hoje em dia, da nossa franqueza, da nossa CREDULIDADE. É mesmo coisa incomum acreditar de peito aberto, e entrar de cabeça e coração em terreno desconhecido. A maioria das pessoas é de uma desconfiança só.

Pois bem, Jesus falou que não deveríamos lançar essas pérolas, nossas preciosidades raras, aos porcos, e eu sei que você pode achar que ele tava xingando seu ex, ou sua antiga melhor amiga, mas apesar de ser um tanto tentador imaginar que até ele quis isso, sinto informar que não é exatamente esse o sentido da expressão aqui. 😛

Cristo jamais seria pejorativo, sabe? E foi pensando sobre como Jesus é, que eu finalmente compreendi o que ele estava querendo dizer. É que os porcos vivem na lama, e estão acostumados com restos, não com nobreza. Eles vivem num ambiente sujo, comem lavagem, e por natureza não se importam com nada disso – esse é o seu mundo, é como eles são, como vivem, o que estão acostumados a ter, e não possuem um referencial de excelência, portanto, não têm capacidade de enxergar a beleza das coisas raras.

Para o porco – e quero frisar que ele não tem culpa disso – uma pérola e uma pedra são a mesmíssima coisa: se não é de comer, é pra pisar, e acabou. Simples assim.

Algumas pessoas são para nós, o que os porcos são para as pérolas: elas estão tão acostumadas com algo inferior, que quando damos o nosso melhor elas simplesmente não sabem o que fazer com isso – e pisam.

Veja bem, a questão aqui não é ofender um indivíduo comparando-o a um animal imundo, o foco da lição está na pessoa que possui o tesouro. Jesus pretendia mostrar que a atitude de alguém que possui algo de valor, deve ser a de entregá-lo a quem possa reconhecê-lo e cuidar dele, pois essa é a única coisa razoável a se fazer.

Somos nós que insensatamente oferecemos nossas pérolas a pessoas que não têm capacidade para recebê-las e valorizá-las como nós fazemos, e é por essa razão que sofremos. Nós nos apaixonamos ou nos envolvemos com quem tem valores diferentes de nós, e vamos “pendurando” nossas pérolas como prêmios em seus pescoços, enquanto elas nos pisam. Preciso dizer que descobri que a culpa é nossa. [Por favor, não deixe de me amar ainda…] É que nós ignoramos o conselho de Jesus, e é assim que nos estrepamos.

Entenda, com isso, não estou absolvendo os erros daqueles que nos machucaram, mas mostrando que somos, de certo modo, responsáveis pela cancela da nossa vida (por “quem” e “quando” entra e sai dela), e quando insistimos em um relacionamento ruim, ou depositamos nossas energias, tempo, intensidade e todo o nosso melhor em alguém que não nos dá uma contrapartida, mas apenas algumas migalhas pra “nos manter por perto”, estamos, como abestados, lançando pérolas aos porcos.

Não podemos esquecer que todo relacionamento tem por base a RECIPROCIDADE, e isso quer dizer que é uma troca, um dar e receber mútuo, que de fato só é saudável se assim for, pois quando um dá demais, e o outro “de menos”, a coisa desanda.

Eu aprendi tarde, infelizmente, que algumas pessoas simplesmente não são capazes de retribuir à altura o que oferecemos, simplesmente porque aquilo que é importante e valioso pra nós, não é para elas, e portanto, não adianta esperar por isso. Também não adianta tentar mudá-las, alimentar ressentimento, planejar “vingancinha” ou mandar indiretas. Acredite, isso só vai te machucar mais.

Quer saber mesmo o que adianta? Seguir em frente e tomar um chá de “semancol”. Alguém já disse que quando uma pessoa erra conosco, ela é culpada, mas quando erra uma segunda vez, culpados somos nós. Imagina muitas vezes então…

Ouça, finalmente, não a mim, mas a quem sabe das coisas, que é o “dono dos troço tudo”. Guarde suas pérolas para as pessoas que conhecem o valor que elas têm. Aos “porcos”, baby, as migalhas sempre serão de boa serventia.

 

12079606_998205530243160_100171851842605764_nAdoro usar datas comemorativas como pretexto pra dizer coisinhas pertinentes, então, pra não perder o costume, lá vai:

Hoje é dia do irmão, e eu já parabenizei os meus. Assim eles são: imperfeitos, problemáticos, chatos, impertinentes e inconvenientes muitas vezes, irritantes ao extremo e  nada fáceis. Não me iludo de que não pensem o mesmo de mim, pelo contrário, a adjetivação vai ficar por aí mesmo, nesse patamar. Temos aquele relacionamento dualista de amor e ódio, guerra e paz, tapas e beijos e todos os similares, intermitentemente, desde antes de nos entendermos por gente.

Mas é claro que não tenho só coisas ruins pra falar deles. A parte do amor é muito bem amada, diga-se, não de passagem, mas para ficar registrado mesmo. Falo isso porque tantas vezes nos perdoamos e apoiamos e “embalsamamos” (eu posso dizer isso? já disse) feridas profundas uns nos outros… Gastamos nosso tempo, nosso dinheiro, nosso sono e paciência, pra segurar nossas barras quando, sabíamos, ninguém mais o faria. E apesar de doloridos, nunca nos sentimos no direito de não fazê-lo; apesar de difícil, nunca nos negamos; ou melhor, até mesmo quando nos negamos, o senso de “dever” fraternal, a força “do sangue”, dos laços, do amor e do perdão, estavam lá para nos fazer voltar atrás – e voltamos.

Foi assim que eu me aprendi irmã, e não sei ser de outro jeito. Na imperfeição da minha [louca] família, existe um pacto quase perfeito de “pro que der e vier” entre nós. Penso francamente que não somos os únicos.

Quando me converti, abracei minha família da fé com esse ardor e paixão fraternais que aprendi no meu lar. Eu achava um pouco brega aquele discurso de unidade e toda aquela cantoria trocando cálices no momento da ceia do Senhor, admito, mas na prática, eu era #TeamFraternidade. Cheguei a considerar mais “meus” os irmãos da fé, do que muitos parentes cossanguíneos, porque realmente levei (e levo) a sério as palavras de Jesus, bem como seu exemplo.

Acontece que Jesus disse coisas que nos responsabilizam uns pelos outros tão seriamente quanto irmãos são comprometidos entre si – ou mais. O termo IRMÃO, em primeiro lugar, não é figurativo, visto que nascemos de novo [espiritualmente] NA MESMA FAMÍLIA, e somos um só em Cristo. Eu não sei quanto a você, mas isso mexe comigo: Ele disse que somos membros de um mesmo Corpo – o SEU CORPO, “De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele.”
1 Coríntios 12:26

Não bastasse isso, Jesus mencionou certa vez, ao ouvir o anúncio de que sua mãe biológica e seus irmãos de sangue o procuravam, que sua família eram aqueles que ouviam e obedeciam à Palavra de Deus. “Eis aqui minha mãe e meus irmãos;
Porque, qualquer que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus, este é meu irmão, e irmã e mãe.” Mateus 12:49,50 disse.

Ele ensina, direta e indiretamente, de várias maneiras, com sua vida e palavras, que a consideração que temos por um irmão espiritual deve ser levada a sério de tal forma (e significa tanto) que serve de prova dos 9 para distinguir aqueles que são salvos dos que não são. 1 João 3:14

Eu poderia escrever milhares de linhas aqui, ou até mesmo um livro inteiro sobre como Jesus, pessoalmente, via a família espiritual, e como ensinou aos discípulos a gravidade do relacionamento que nutrimos com, veja bem, preste bastante atenção: NOSSOS IRMÃOS. Eu não estou falando em como lidamos com os PERDIDOS, aqueles que não ouviram falar de Jesus… estou falando dos IRMÃOS DA FAMÍLIA DA FÈ, aqueles que, assim como nós, fazem parte de um organismo vivo cuja cabeça é nosso Senhor Jesus Cristo.

Muito me admira que alguns de nós, considerando-se já maduros no entendimento das Escrituras,.ainda ajam como meninos nesse quesito. Ainda me espanta nosso ardor pelas nações, nossa paixão por missões transculturais, nossa preocupação com os perdidos, quando ainda não aprendemos a tratar os que “caem” ao nosso redor, nossos irmãos, com o amor e a misericórdia que carnais oferecem uns aos outros em momentos de necessidade – e os espirituais deveriam dispensar em muito maior medida.

Os irmãos se apoiam, se aconselham, se  importam, se brigam, se perdoam, se ligam, se presenteiam, se irritam, se intrigam e se fazem as pazes, mas estão sempre lá. Com óóóódio porque “aquele abestado não aprende nunca, e eu avisei”, mas estão lá.

São os irmãos que seguram nossa mão no hospital quando sofremos um acidente, ou que nos levam pra casa quando está tarde e é perigoso voltar de ônibus. São eles que se afligem quando adoecemos, e nos socorrem quando a provisão nos falta, que nos emprestam dinheiro e acreditam nos nossos sonhos. Eles se preocupam quando há tristeza nos nossos olhos e estranheza no nosso comportamento. Mesmo quando estamos errados, é proibido a eles desistir de nós. Eles não nos cortam na carne, e se o fazem, erram gravemente.

Certa vez ouvi que, aos pecadores, redenção, aos irmãos, perdão – e nunca mais esqueci. É muito fácil ser Jesus pra alguém lá fora, que você não conhece e nunca te trouxe nenhum prejuízo ou dor. É fácil FALAR de Jesus, difícil é SER COMO ELE. Este é o verdadeiro cristianismo: o amor “não apenas de palavra e de língua, mas de fato e verdade” 1 João 3:18, , ainda que não seja praticado pela maioria.

No dia do irmão, eu só consegui pensar (além disso tudo que falei, hehehe) na gratidão que há no meu coração a Deus pelos poucos que tenho, que me suportaram nas minhas falhas e continuaram acreditando em mim, me dando o amor e a misericórdia que eu precisava no tempo oportuno. Desejo honrá-los e dizer que vocês foram os braços de Jesus me acolhendo e sua voz me consolando. Eu os amo e desejo retribuir à altura – mesmo com todos os aperreios.

Valeu mesmo, vocês são massa!

 

 

 

 

As coisas de alguém

22 de agosto de 2016 — 1 Comentário

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Há cerca de um ano e meio, minha vó materna foi para o Senhor, e como garantiu o apóstolo Paulo, voltou para casa sem nada levar deste mundo. Todas as suas coisas aqui ficaram, e como herdeiros legítimos de sua “grande fortuna”, nós, filhos e netos, espoliamos seus bens.

Eu herdei uma panela. (Pode rir, eu deixo, é mesmo engraçado falando assim.) Não foi só uma panela, para ser fidedigno; ficamos com uma sala de jantar, passadeiras, uma fruteira que ela colocava sobre a mesa para decorar e mais alguns itens que não faz sentido algum inventariar aqui. Mas dentre tantas coisas, eu quero mesmo é falar da panela, e só dela. Porque a bendita não tem beleza alguma, é velha, não tem tampa e, misturada com as demais que já tínhamos aqui em casa, deveria passar despercebida, mas não passa.
Ela tem bordas arredondadas e é pesada como nenhuma outra que temos aqui, e estava sempre sobre o fogão dela. Agora, cada vez que eu a vejo dentro do armário ou sobre o fogão, instantaneamente lembro de dona Corina. Ela é diferente, singular. Pertencia a ela e sobreviveu ao seu tempo aqui na Terra, mas parece sempre estar nos lembrando que não nos pertence – ou pelo menos a mim.

Eu desisti de me acostumar com a “presença” da panela e seu significado. Eu realmente achava que, passado algum tempo, ela se misturaria com as outras de modo que eu não a distinguiria mais, ou esqueceria sua origem, exatamente como acontece com o casaco que comprei e “qual foi a loja mesmo…? Deve ter sido naquela viagem.. não pera, vou lembrar, deve ter sido… esqueci”. Pensei mesmo que ela passaria a ser minha, mas depois de mais de um ano, notei que provavelmente ela nunca será e sempre trará de volta, de algum modo, a minha vó.

Tenho também um relógio que uma amiga me deu, não consigo ler as horas sem ver seu rosto quando o uso. Tem um livro que um amigo me emprestou e nunca tive oportunidade de devolver; ao sair de casa, do alto da estante, ele me cumprimenta, ainda que esteja do outro lado país. Uso uma expressão que aprendi com um ex namorado – e não conheço outra pessoa na vida que a use – e posso ouvir sua voz cada vez que o plagio. Ensino algo que um mestre me ensinou e ainda posso sentir a vibração da sua voz empolgada e o peso com que aquela verdade me atingiu no dia em que a conheci…

A questão é, que as pessoas saem das nossas vidas e algumas coisas delas ficam. Presentes, pertences esquecidos no banco de trás do carro, manias, marcas, ideias, coisas… enfim. Elas raramente vêm e vão sem “esquecer” algo no qual podemos tropeçar e lembrar quem elas foram para nós, ou ainda são.

É claro que não deixam só coisas boas, embora eu não queira, aqui, me ater às más. Porém, mais de uma vez, ao terminar relacionamentos ou me afastar de pessoas, me vi obrigada a deletar todas “as coisas de alguém” da minha vida, para que elas não me acenassem, zombando e lancinando meu coração com a dor da decepção e da frustração que me causaram. Fotografias, objetos pessoais, presentes… até o número de telefone e vínculo em redes sociais, dependendo do caso, podem ser “panelas sobre nossos fogões”, nos prendendo a pessoas e situações que já passaram e não nos fazem bem.

Eu gostaria que a minha vó soubesse disso: da sua panela na minha cozinha – a lembrança permanente que ela me traz, tornando-a viva todos os dias dentro de mim; e daquilo que ela consegue me ensinar, mesmo que já não esteja aqui, entre nós – que as coisas de alguém são um pouco da pessoa nas nossas vidas. Cabe a nós decidir o que fica.

Luciana Honorata

 

 

 

 

Quem merece ser estuprada?

4 de abril de 2014 — 1 Comentário

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Novo texto na Coluna do Portal Guiame. Aqui vai o link:

 

http://www.guiame.com.br/colunistas/luciana-honorata/e-quem-merece-ser-estuprada.html#.Uz7UxfldURF

 

Ok, ok, eu sei que estou demorando a postar por aqui, but… estarei regularizando esses dias! Prometo!!!

 

Grande abraço e até logo!

 

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Sim, eu sei, estou vindo pouco por aqui, mas prometo normalizar em breve. Enquanto isso, vou compartilhando com vocês minhas postagens na coluna do #PortalGuiame. Essa é fruto de uma indignação santa que surgiu no meu coração, e espero que edifique vocês. O link está aqui:

http://www.guiame.com.br/noticias/colunistas/luciana-honorata/prisao-perpetua-para-homossexuais-e-inquisicao-evangelica.html

No mais, a gente se encontra daqui alguns dias! Grande abraço a todos!

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Olá pessoal, paz a todos!

Estou passando aqui para compartilhar com vocês um texto novo que escrevi para minha coluna no Portal Guiame, sobre o medo da verdade. Faz pouco mais de um ano que a coluna existe e, assim como o blog, estava parada por um tempo, mas voltei a atualizá-la esse ano. A questão é que decidi publicar um conteúdo exclusivo lá (pra não ser um repeteco daqui, né?), mas ao mesmo tempo não quero deixar de compartilhar com vocês que assinaram o blog, os textos que to produzindo pra coluna de lá, pois sei que desejam acompanhar as publicações,  portanto, estou disponibilizando o link da mensagem aqui, e assim o farei a cada nova publicação.

O link: http://www.guiame.com.br/noticias/colunistas/luciana-honorata/medo-da-verdade.html

Espero que vocês gostem. 🙂
Um grande abraço a todos e até o próximo post!

A Pergunta Proibida

16 de janeiro de 2013 — 12 Comentários

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Dizem que não se deve perguntar a idade de uma mulher. Parece que fazer isso, nos dias de hoje, é tido como falta de educação, ética ou etiqueta; um ato considerado como crime passivo de penalidade de fuzilamento, pelo menos no olhar. Isso quer dizer, trocando em miúdos, que se você não quiser correr o risco de ser deselegante, jamais deveria fazê-lo.

Contudo, a poucos dias de completar os célebres-paranoicos-esquizofrênicos 30, considerado comumente como a fronteira etária de conforto para se responder a uma pergunta dessa natureza, tenho me perguntado seriamente quem começou essa brincadeira de mal gosto!

Afinal, o que há de errado ou desonroso em entrar na quarta (ou quinta, ou sexta…) década de sua volátil existência?!

Eu honestamente entendo algumas neuras que se pode ter em relação ao que provavelmente vai acontecer com o seu corpo a partir daí. É justo ponderar sobre o assunto, e é normal se sentir impotente em relação ao caso, mas ainda não justifica tal desconforto.

Alguém poderia tentar explicar, argumentando que os homens têm certo preconceito com mulheres mais (digamos) maduras, e as moçoilas apenas se protegeriam do bullying machista guardando o segredo a sete chaves. Outra pessoa, menos “sociológica” e mais “psicológica”, entretanto, poderia dizer que na realidade as mulheres fazem isso para não se sentirem velhas. (Neste momento estou tentando pensar em outra razão, mas nada me vem à mente…)

Bom, confesso que lembro claramente de, aos 15 anos, pensar exatamente dessa forma: “Mulheres de 30 são velhas, pelamordedeus!”. Achava que, neste ponto da vida, eu já saberia quase tudo relacionado a mim mesma e ao meu futuro, teria minha carreira definida, e todas as lacunas sociais e filosóficas preenchidas, e “blá-blá-blá, já posso morrer em paz!”.

Imaginava, na minha doce inocência Continue lendo…

Mano Velho

13 de dezembro de 2012 — 12 Comentários

relogio-nas-flores_largeDiz uma dessas músicas que “grudam” na cabeça, que o tempo é um “mano velho”. Coisa esquisita de se dizer, mas, como é paradoxalmente sensata.

O tempo é conhecido nosso, de longa data. Primeiro ignorado, depois desejado, mas em seguida, fatalmente mal interpretado (fiquei tentada a usar as expressões “odiado” ou “desprezado”, pois há aquela fase em que o temos por inimigo – mas estou dada a eufemismos ultimamente).

O fato é que se o tempo fosse uma pessoa (o tal “mano velho”), ele provavelmente seria um indivíduo pra lá de complexado, com um baita sentimento de inferioridade! Não bastasse Continue lendo…

Fazer amor

9 de março de 2012 — 7 Comentários

Imagem_O que você sente por mim?

_Ãhn?…

_Eu perguntei o que você sente por mim…

_Hum..

_Diz…

_Como assim “o que eu sinto por você”?

_Ah, você sabe…

_Não, não sei…  Digo, não sei o que você quer dizer com isso.

_Sabe sim.

_…

_…

_Por que essa pergunta agora? Não é óbvio?

_Claro que não é óbvio, e eu quero saber, posso?! É importante pra mim, e você nunca diz…

_Eu nunca digo?! (Olhar fugitivo + cara de contrariedade + oração mental desesperada para que alguém os interrompa)

_… é, nunca diz… (Olhar “gato de botas”)

_…

_… (o mesmo olhar)…

_Tá, tudo bem, para com isso, eu vou dizer…

_! (Faíscas de expectativa e excitação)

_…

_…!!! (Mais faíscas) Continue lendo…

Blog de cara nova!

3 de janeiro de 2012 — 7 Comentários

Olá gente!!!

Já que entramos num novo ano, pensei que seria razoável que o blog tivesse uma cara nova também! Logo, providenciei uma versão 2012 para “O Verbo em Mim”.

Espero que vocês curtam a aparência nova e voltem seeeemmmpree!!!

Graça e paz a todos!

Espero vocês por aqui…

Lu Honorata

Deus existe?

14 de junho de 2011 — 5 Comentários

Um vídeo interessante para quem ainda está em dúvida a respeito da existência de Deus…

Olá, pessoal! Fui indicada por dois blogueiros abençoados (Pra. Nana Van Vessen e o Marcelo)  para participar do Meme Literário, e tenho que indicar mais 5 blogs para participar (no final do post, faço as indicações).

Bom, não será tarefa fácil fazer isso, visto que sou uma amante de bons livros, e já li tantos maravilhosos, que não sei bem quais indicar, mas… vamos lá!

1. Existe um livro que você leria várias vezes sem se cansar? Qual? Continue lendo…

Olá pessoal, tudo bem?

Hoje vou começar a falar sobre um assunto complicado de se abordar, embora necessário. Não quero ser tendenciosa, desequilibrada, nem nada parecido com isso. Meu interesse é trazer luz e conforto para quem se encontra neste estado, expondo o que a Bíblia fala a esse respeito, sem entrar em nenhum extremo, amém?

Quero, de antemão, pedir perdão aos rapazes que seguem o blog, caso eu me reporte às mulheres com uma frequência maior. Apesar da visão bíblica a este respeito ir além de gênero, isto pode acabar acontecendo, visto que sou mulher, além de todos sabermos que as mulheres são as maiores afetadas tanto pelo preconceito, como pelas críticas e até pelas investidas do diabo na sua auto-estima.Vocês podem me perdoar, rapazes?! Rsrs… Espero que sim! Então, vamos lá!

Faz certo tempo que esse movimento “pró-casamento” vem me incomodando. Não que eu seja contra casamento ou não queira casar, ta gente? De maneira alguma. Mas é que vejo como um sentimento mal disfarçado nas pessoas de que ser solteiro é praticamente um pecado – sobretudo se você é mulher. Continue lendo…

Um Caminho para 2011

31 de dezembro de 2010 — Deixe um comentário

Oi gente! Este é o último post de 2010, e decidi reproduzir uma lista maravilhosa de sábios conselhos que recebi pela internet, os quais considerei inspiradores, e traçarão um caminho para os nossos pés em 2011. É claro que eu fiz minhas adaptações, e acrescentei alguns pensamentos meus, né?… rs…Vão aqui algumas pérolas, e conto com a sua ajuda para aumentá-la. Grande abraço a todos! Amo cada um de vocês. S2

1. Dê às pessoas mais do que elas esperam receber e faça-o com alegria.

2. Case-se com um alguém com quem goste de conversar. Conforme envelheça o seu sentido para conversar enriquecer-se-á como qualquer outro.

3. Não acredite em tudo o que ouvir, não gaste tudo o que tem e não durma tanto quanto queira. Continue lendo…

Eu só posso imaginar…

23 de setembro de 2008 — Deixe um comentário

Sábado último fui à casa de um amigo estudar a palavra.. foi maravilhoso, reunidos, vários irmãos madrugada adentro tentando esquadrinhar a grandeza da palavra de Deus! É claro que muito pouco de tão grande conhecimento se consegue absorver dentro de tão pouco tempo, mas tbm é muito bom conhecer mais um pedacinho desse maravilhoso Pai!!! No meio dessa madrugada abençoada, descobri algo muito interessante sobre como será quando estivermos com Ele – que me perdoem aqueles que me consideram ignorante por não saber disso antes e também, que me corrijam (e me convençam) aqueles q acreditam q eu esteja enganada – mas eu tinha uma idéia muito vaga de como seria lá em cima, e não q agora ela esteja muuuito clara, mas desembaçou um pouco… rsrs..

Eu não conseguia imaginar todo mundo tendo acesso a Jesus, já q Ele agora está "encarnado" num corpo glorificado e não é mais onipresente… Entao passava momentos me questionando como seria.. (talvez uma espécie de rodízio, quem sabe? KKKkkk…) Mas não, nos lembramos então daquela passagem em q uma mulher pedia q seus dois filhos estivessem à direita de Jesus (Mt 20:2-26) na eternidade e Cristo repreendeu, dizendo q aquele q quisesse ser o maior, seria considerado o menor no reino dos céus e vice-versa…

Caramba, foi revelador extrair desse texto q é esse o galardão q Deus tem preparado para aqueles q O servirem. Todos estaremos lá, mas pela fidelidade, Deus vai determinar quem estará mais perto ou mais longe dEle… Sabe, isso me fez pensar bem em como está o meu coração… não quero um lugar à mesa longe do meu Rei, mesmo q seja no céu, (e eu sei q a Sua presença é maravilhosamente poderosa) quero estar o mais perto que eu puder!!! não existe presença mais maravilhosa que esta… Desde então tenho pensado mais profundamente sobre como estou por dentro… Minhas intenções…minhas atitudes…meus desejos…disposições… Quero fazer a minha parte, pois a Dele, eu só posso imaginar como será!!! E se é bom imaginar… imagina estar lá!!!

Enquanto não estamos lá, se inspira nesse video q eu postei e que me deixou com mais desejo ainda de estar com meu amado Jesus.. é só clicar em cima da foto acima e ser abençoado!

Vale a pena.. mesmo q só possamos IMAGINAR…

Bjos, Lu.