Arquivos para amor

12079606_998205530243160_100171851842605764_nAdoro usar datas comemorativas como pretexto pra dizer coisinhas pertinentes, então, pra não perder o costume, lá vai:

Hoje é dia do irmão, e eu já parabenizei os meus. Assim eles são: imperfeitos, problemáticos, chatos, impertinentes e inconvenientes muitas vezes, irritantes ao extremo e  nada fáceis. Não me iludo de que não pensem o mesmo de mim, pelo contrário, a adjetivação vai ficar por aí mesmo, nesse patamar. Temos aquele relacionamento dualista de amor e ódio, guerra e paz, tapas e beijos e todos os similares, intermitentemente, desde antes de nos entendermos por gente.

Mas é claro que não tenho só coisas ruins pra falar deles. A parte do amor é muito bem amada, diga-se, não de passagem, mas para ficar registrado mesmo. Falo isso porque tantas vezes nos perdoamos e apoiamos e “embalsamamos” (eu posso dizer isso? já disse) feridas profundas uns nos outros… Gastamos nosso tempo, nosso dinheiro, nosso sono e paciência, pra segurar nossas barras quando, sabíamos, ninguém mais o faria. E apesar de doloridos, nunca nos sentimos no direito de não fazê-lo; apesar de difícil, nunca nos negamos; ou melhor, até mesmo quando nos negamos, o senso de “dever” fraternal, a força “do sangue”, dos laços, do amor e do perdão, estavam lá para nos fazer voltar atrás – e voltamos.

Foi assim que eu me aprendi irmã, e não sei ser de outro jeito. Na imperfeição da minha [louca] família, existe um pacto quase perfeito de “pro que der e vier” entre nós. Penso francamente que não somos os únicos.

Quando me converti, abracei minha família da fé com esse ardor e paixão fraternais que aprendi no meu lar. Eu achava um pouco brega aquele discurso de unidade e toda aquela cantoria trocando cálices no momento da ceia do Senhor, admito, mas na prática, eu era #TeamFraternidade. Cheguei a considerar mais “meus” os irmãos da fé, do que muitos parentes cossanguíneos, porque realmente levei (e levo) a sério as palavras de Jesus, bem como seu exemplo.

Acontece que Jesus disse coisas que nos responsabilizam uns pelos outros tão seriamente quanto irmãos são comprometidos entre si – ou mais. O termo IRMÃO, em primeiro lugar, não é figurativo, visto que nascemos de novo [espiritualmente] NA MESMA FAMÍLIA, e somos um só em Cristo. Eu não sei quanto a você, mas isso mexe comigo: Ele disse que somos membros de um mesmo Corpo – o SEU CORPO, “De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele.”
1 Coríntios 12:26

Não bastasse isso, Jesus mencionou certa vez, ao ouvir o anúncio de que sua mãe biológica e seus irmãos de sangue o procuravam, que sua família eram aqueles que ouviam e obedeciam à Palavra de Deus. “Eis aqui minha mãe e meus irmãos;
Porque, qualquer que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus, este é meu irmão, e irmã e mãe.” Mateus 12:49,50 disse.

Ele ensina, direta e indiretamente, de várias maneiras, com sua vida e palavras, que a consideração que temos por um irmão espiritual deve ser levada a sério de tal forma (e significa tanto) que serve de prova dos 9 para distinguir aqueles que são salvos dos que não são. 1 João 3:14

Eu poderia escrever milhares de linhas aqui, ou até mesmo um livro inteiro sobre como Jesus, pessoalmente, via a família espiritual, e como ensinou aos discípulos a gravidade do relacionamento que nutrimos com, veja bem, preste bastante atenção: NOSSOS IRMÃOS. Eu não estou falando em como lidamos com os PERDIDOS, aqueles que não ouviram falar de Jesus… estou falando dos IRMÃOS DA FAMÍLIA DA FÈ, aqueles que, assim como nós, fazem parte de um organismo vivo cuja cabeça é nosso Senhor Jesus Cristo.

Muito me admira que alguns de nós, considerando-se já maduros no entendimento das Escrituras,.ainda ajam como meninos nesse quesito. Ainda me espanta nosso ardor pelas nações, nossa paixão por missões transculturais, nossa preocupação com os perdidos, quando ainda não aprendemos a tratar os que “caem” ao nosso redor, nossos irmãos, com o amor e a misericórdia que carnais oferecem uns aos outros em momentos de necessidade – e os espirituais deveriam dispensar em muito maior medida.

Os irmãos se apoiam, se aconselham, se  importam, se brigam, se perdoam, se ligam, se presenteiam, se irritam, se intrigam e se fazem as pazes, mas estão sempre lá. Com óóóódio porque “aquele abestado não aprende nunca, e eu avisei”, mas estão lá.

São os irmãos que seguram nossa mão no hospital quando sofremos um acidente, ou que nos levam pra casa quando está tarde e é perigoso voltar de ônibus. São eles que se afligem quando adoecemos, e nos socorrem quando a provisão nos falta, que nos emprestam dinheiro e acreditam nos nossos sonhos. Eles se preocupam quando há tristeza nos nossos olhos e estranheza no nosso comportamento. Mesmo quando estamos errados, é proibido a eles desistir de nós. Eles não nos cortam na carne, e se o fazem, erram gravemente.

Certa vez ouvi que, aos pecadores, redenção, aos irmãos, perdão – e nunca mais esqueci. É muito fácil ser Jesus pra alguém lá fora, que você não conhece e nunca te trouxe nenhum prejuízo ou dor. É fácil FALAR de Jesus, difícil é SER COMO ELE. Este é o verdadeiro cristianismo: o amor “não apenas de palavra e de língua, mas de fato e verdade” 1 João 3:18, , ainda que não seja praticado pela maioria.

No dia do irmão, eu só consegui pensar (além disso tudo que falei, hehehe) na gratidão que há no meu coração a Deus pelos poucos que tenho, que me suportaram nas minhas falhas e continuaram acreditando em mim, me dando o amor e a misericórdia que eu precisava no tempo oportuno. Desejo honrá-los e dizer que vocês foram os braços de Jesus me acolhendo e sua voz me consolando. Eu os amo e desejo retribuir à altura – mesmo com todos os aperreios.

Valeu mesmo, vocês são massa!

 

 

 

 

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As coisas de alguém

22 de agosto de 2016 — 1 Comentário

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Há cerca de um ano e meio, minha vó materna foi para o Senhor, e como garantiu o apóstolo Paulo, voltou para casa sem nada levar deste mundo. Todas as suas coisas aqui ficaram, e como herdeiros legítimos de sua “grande fortuna”, nós, filhos e netos, espoliamos seus bens.

Eu herdei uma panela. (Pode rir, eu deixo, é mesmo engraçado falando assim.) Não foi só uma panela, para ser fidedigno; ficamos com uma sala de jantar, passadeiras, uma fruteira que ela colocava sobre a mesa para decorar e mais alguns itens que não faz sentido algum inventariar aqui. Mas dentre tantas coisas, eu quero mesmo é falar da panela, e só dela. Porque a bendita não tem beleza alguma, é velha, não tem tampa e, misturada com as demais que já tínhamos aqui em casa, deveria passar despercebida, mas não passa.
Ela tem bordas arredondadas e é pesada como nenhuma outra que temos aqui, e estava sempre sobre o fogão dela. Agora, cada vez que eu a vejo dentro do armário ou sobre o fogão, instantaneamente lembro de dona Corina. Ela é diferente, singular. Pertencia a ela e sobreviveu ao seu tempo aqui na Terra, mas parece sempre estar nos lembrando que não nos pertence – ou pelo menos a mim.

Eu desisti de me acostumar com a “presença” da panela e seu significado. Eu realmente achava que, passado algum tempo, ela se misturaria com as outras de modo que eu não a distinguiria mais, ou esqueceria sua origem, exatamente como acontece com o casaco que comprei e “qual foi a loja mesmo…? Deve ter sido naquela viagem.. não pera, vou lembrar, deve ter sido… esqueci”. Pensei mesmo que ela passaria a ser minha, mas depois de mais de um ano, notei que provavelmente ela nunca será e sempre trará de volta, de algum modo, a minha vó.

Tenho também um relógio que uma amiga me deu, não consigo ler as horas sem ver seu rosto quando o uso. Tem um livro que um amigo me emprestou e nunca tive oportunidade de devolver; ao sair de casa, do alto da estante, ele me cumprimenta, ainda que esteja do outro lado país. Uso uma expressão que aprendi com um ex namorado – e não conheço outra pessoa na vida que a use – e posso ouvir sua voz cada vez que o plagio. Ensino algo que um mestre me ensinou e ainda posso sentir a vibração da sua voz empolgada e o peso com que aquela verdade me atingiu no dia em que a conheci…

A questão é, que as pessoas saem das nossas vidas e algumas coisas delas ficam. Presentes, pertences esquecidos no banco de trás do carro, manias, marcas, ideias, coisas… enfim. Elas raramente vêm e vão sem “esquecer” algo no qual podemos tropeçar e lembrar quem elas foram para nós, ou ainda são.

É claro que não deixam só coisas boas, embora eu não queira, aqui, me ater às más. Porém, mais de uma vez, ao terminar relacionamentos ou me afastar de pessoas, me vi obrigada a deletar todas “as coisas de alguém” da minha vida, para que elas não me acenassem, zombando e lancinando meu coração com a dor da decepção e da frustração que me causaram. Fotografias, objetos pessoais, presentes… até o número de telefone e vínculo em redes sociais, dependendo do caso, podem ser “panelas sobre nossos fogões”, nos prendendo a pessoas e situações que já passaram e não nos fazem bem.

Eu gostaria que a minha vó soubesse disso: da sua panela na minha cozinha – a lembrança permanente que ela me traz, tornando-a viva todos os dias dentro de mim; e daquilo que ela consegue me ensinar, mesmo que já não esteja aqui, entre nós – que as coisas de alguém são um pouco da pessoa nas nossas vidas. Cabe a nós decidir o que fica.

Luciana Honorata

 

 

 

 

Medo de Amar

3 de janeiro de 2014 — 6 Comentários

tumblr_l1srgadkVE1qbn39vo1_500_largeReza um dito popular que gato escaldado tem medo de água fria, e apesar de não ser muito adepta de ditados, devo reconhecer que existe um tanto de verdade nisso. Uma lamentável verdade, aliás.

Quem foi ferido, abandonado, traído ou amou errado. Quem assistiu de camarote alguém muito querido sofrer por outrem; quem não foi valorizado ou tratado de forma digna; quem se deu completamente e recebeu muito pouco em troca; quem estava disposto a tudo por alguém e teve nada quando precisou; quem amou e se frustrou; quem apostou e “perdeu” ao invés de ganhar… Enfim, quem metaforicamente já bateu com a cara na parede e se arrebentou todo, sabe do que estou falando e, bem provavelmente, tem medo de amar.

Já ouvi tantas vezes, de tantas pessoas, de lugares e idades diferentes, que não acreditavam mais no amor, que isso já virou clichê. Elas parecem predispostas a ter essa atitude mental, e se acovardam tão facilmente, que comprometem a saúde da sua vida como um todo.

Gente que têm medo de amar, de se doar, de dar o melhor que possui, de acreditar nas pessoas e estabelecer seus relacionamentos com confiança, tudo por causa de antigas experiências frustradas que se tornaram uma espécie de referencial do mal, assombrando todos os vínculos que começam a ser estabelecidos. Gente dolorida por dentro, que caiu numa espécie de autismo emocional, e perde o melhor de quem é bom, por causa do pior de quem é mau.

Eu as entendo. Já levei meus baques, e não poucos. Já feri e fui ferida, e sei bem do que estou falando. Compreendo perfeitamente quem se comporta como um cachorro chutado, que se acua num canto de parede ao ver pés dentro de sapatos vindo em sua direção, e acho que a maior parte de nós já viveu isso de algum modo.

Não falo apenas de relacionamentos conjugais, me entenda, até porque não amamos somente dessa maneira. É claro que nesse tipo de relacionamento é bem mais frequente, mas tem gente que foi tão ferido pelos pais, por exemplo, que tem medo de amar o Pai celestial. Existem pessoas que já foram tão abandonadas por amigos, que não conseguem mais ter vida social. Há outras que foram tão exploradas, que não conseguem confiar em mais ninguém… Pessoas enganadas, traídas e abusadas. Tantos tipos de dor e medo, para tantas quantas diferentes maneiras de amar existam.

Porque amar, sejamos francos, também é sofrer, e acho que muitos de nós pensamos no amor de uma forma tão romântica, que não conseguimos enxergar isso. Amar de verdade envolve abnegação, compreensão e perdão. E nada disso é fácil. Significa deixar-se em segundo plano e aceitar o outro integralmente, o que significa que não vai ser exatamente como se quer ou espera.

Veja bem, não quero dizer que quem ama faz o outro sofrer (nunca jamais!), mas que quem ama sofre, pois a bíblia ensina que o amor “tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta”, logo, ter medo de amar por ter medo de sofrer é uma grande contradição!

Amar é sofrer, e disso não podemos fugir. Não o tempo todo, não de todas as formas, mas de algum modo, sem dúvida. Há dor em engolir o orgulho. Há dor em perdoar (mas também há alívio). Há dor em priorizar os interesses dos outros em detrimento dos nossos. Há dor em renunciar. Há tanta dor em esperar, em ser gentil frente à rispidez, em silenciar diante da afronta… Há, de fato, muitas dores no amor, mas há graça para todas elas, e uma glória para cada uma.

Há um tipo de sofrimento que Deus não quer que passemos, é verdade. Há certas coisas que não precisamos mais passar, porque o Senhor já levou-as com ele na cruz. Não precisamos mais passar pela morte espiritual, definitivamente! Também todas as dores e enfermidades ele verdadeiramente carregou-as consigo, depois de toma-las sobre si, assim como a dor da privação, da miséria e do castigo. Não precisamos sofrer mais nada disso!

Mas Jesus nunca prometeu que não seríamos decepcionados pelas pessoas que amamos. Muito pelo contrário, ele advertiu que nossos inimigos seriam os da nossa própria casa (Mt 10.36), e ensinou sobre perdão tantas vezes, de tantas formas, com e sem palavras, que precisaríamos de um livro para falar de todas. Ele não enfeitou o maracá, nos fazendo acreditar que as pessoas nunca nos feririam – ele não nos iludiria jamais.  Preferiu gastar seu tempo ensinando-nos a como passar pelas decepções sem perder a paz, a alegria, a comunhão com Deus e… a fé nas outras pessoas!

Já pensou se Jesus pensasse como tantos de nós? Ele nunca teria restaurado Pedro, e teria ficado desconfiado com os outros dez depois da traição de Judas. Mas Jesus não tinha medo de amar – ou de quebrar a cara, como costumamos dizer. Ele acreditava sempre no melhor das pessoas, e apostava nelas sem receio algum.

Tratava-se dele e não dos outros. Do seu caráter, da sua personalidade, do seu jeito de ser. Acreditar nas pessoas, trata-se de quem nós somos ou queremos ser, e não de quem elas são! Decidimos acreditar no melhor das pessoas não porque conhecemos seus históricos de boas obras e ética profissional, seus caráteres indefectíveis e maduros, mas porque nascemos para ser crédulos, já que nenhum homem nasceu para ser mentiroso.

Pensando bem, Deus não nos fez para a mentira. Ele não nos criou para enganar e ferir, sermos rudes e mesquinhos. Nascemos de Deus e, essencialmente, com a sua capacidade de amar e crer nas pessoas, ainda que sejamos feridos novamente…

Eu decidi que não vou medir as novas pessoas que conheço pelas antigas. Cada indivíduo tem uma história, uma personalidade, um contexto de vida e um caráter. As pessoas que entram nas nossas vidas não têm culpa do estrago que outras que passaram antes fizeram. É injusto usar a mesma régua para medi-las. Além do mais, existe muita gente boa, com um coração segundo o de Deus e cheio de amor pra dar, para conhecermos… só precisamos encontrá-las.

Não estou dizendo com isso que devemos nos expor, ou sermos irresponsáveis com nossos relacionamentos, servindo de capacho para quem só pensa em nos usar. Longe disso! Há um ponto de equilíbrio nessa questão, como em qualquer outra. Mas acredito piamente que podemos ser menos covardes e deixar nossos corações livres para gratas surpresas, novas amizades, novos amores, novas conexões que serão verdadeiras dádivas de Deus para nossas vidas…

Sei disso porque aprendi do Mestre Jesus, e porque decidi ser ousada o suficiente para pôr em prática. Hoje eu digo “ainda bem…”, e com o coração cheio de gratidão, louvo a Deus pelas gratas surpresas que ele tem me proporcionado.

Medo de amar? Não mesmo! Pois “no amor não existe medo; antes o verdadeiro amor lança fora todo medo” e “aquele que teme não é aperfeiçoado no amor”.

Não temamos fazer aquilo para o que nascemos… Nós nascemos para amar.

Luciana Honorata

aliança com DeusQuem vai me separar do amor de Cristo?

Ninguém, absolutamente, pois não há como fazê-lo!

Nem problemas, nem tempos difíceis, nem ódio, nem amargura, nem fome, nem desamparo, nem vergonha, nem ameaças, nem punhaladas nas costas, nem medo, nem mesmo os piores pecados listados nas Escrituras…

Nada disso me intimida, porque Jesus me ama.

Estou plenamente convencida de que NADA – nem a morte nem a vida, nem anjos ou demônios, nem a situação presente e nem qualquer circunstância futura, nem poderes, nem alturas vertiginosas ou profundidades insondáveis, nem distâncias, nem silêncios, nem vazios, nem qualquer criatura do universo – ABSOLUTAMENTE NADA! pode me separar do amor de Deus por mim, que foi provado na cruz, pelo sacrifício do meu Jesus!

Eu sou DELE e ele é MEU.

Esse amor está em mim, e eu estou nele.

Somos UM, unidos e misturados, sem emendas…

E continuaremos assim para todo o sempre, eternamente, amém!

Feitas para o amor

8 de março de 2013 — Deixe um comentário

saude-coraçao-mulherDe todas as mentiras contadas a respeito das mulheres, a maior delas é que não sabemos o que queremos – essa aí, é cabeluda. Nós sabemos, sim! É que nós queremos muitas coisas, e no meio de tantos desejos, priorizar e destacar apenas um torna-se uma missão ninja.

No entanto, trocando em miúdos, depois de juntar tudo e fazer a prova do noves fora, o que toda mulher quer e precisa é ser amada. Admitamos ou não, este é anseio mor da natureza feminina, que se sobressai a todos os outros.

Daí a nossa excelência em sermos lindas, perfumadas, arrumadas, caprichosas e talentosas. Daí o nosso esmero em sermos multifuncionais, esbanjarmos charme e sensibilidade. Daí nossa habilidade de superação, de empenho, de versatilidade, Continue lendo…

choro

Uma tragédia como essa acontece no Brasil, e é algo como um “mini” 11 de Setembro para nós. O país está de luto, chorando os corações que cessaram de bater no último domingo de Janeiro.

Na era do boom da informação, difícil é não tomar conhecimento do que houve. E não somente do que aconteceu, como de todos os detalhes reais e fictícios provenientes das notícias veiculadas na TV, jornais, revistas, sites e redes sociais.

Mas há outra tragédia dentro da tragédia, e é sobre essa que eu quero falar: é a da ignorância, me permita dizer. O infortúnio da insensibilidade. Da falta de compaixão, misericórdia e amor. E pasme, dentro da igreja. Continue lendo…

Eu tenho inveja da minha prima. Mas é aquela “inveja branca”, de tiete, tipo aquela que dá quando você vê Celine Dion cantando e, ao mesmo tempo que acha incrível, maravilhoso, estonteante e todos os sinônimos superlativos que existam, lamenta não conseguir imitar a performance à altura. “Como eu queria cantar como ela!”, você pensa, “um dia, quem sabe, eu chego lá”.

É que ela escreve melhor do que eu. Ela é descolada, divertida, hilária e emocionante. Tudo ao mesmo tempo (ou no tempo certo). Dá vontade de ler mais e mais das coisas que ela escreve, e às vezes é só um email de “oi, ta tudo bem com você?”, e zé fini! Dá raiva! Você fica querendo mais e acabou logo ali, no “dá notícias”.

Mais raiva ainda, porque ela não se esforça pra isso, simplesmente flui dela, como águas de um rio. A danada pensa daquele jeito… vê se pode!

Foi por isso que, desde que ela me mandou (há um bom tempo) um bendito e-mail acerca das coisas do coração (mentira, era sobre minha solteirice :-P, rs…), eu pensei Continue lendo…

Fazer amor

9 de março de 2012 — 7 Comentários

Imagem_O que você sente por mim?

_Ãhn?…

_Eu perguntei o que você sente por mim…

_Hum..

_Diz…

_Como assim “o que eu sinto por você”?

_Ah, você sabe…

_Não, não sei…  Digo, não sei o que você quer dizer com isso.

_Sabe sim.

_…

_…

_Por que essa pergunta agora? Não é óbvio?

_Claro que não é óbvio, e eu quero saber, posso?! É importante pra mim, e você nunca diz…

_Eu nunca digo?! (Olhar fugitivo + cara de contrariedade + oração mental desesperada para que alguém os interrompa)

_… é, nunca diz… (Olhar “gato de botas”)

_…

_… (o mesmo olhar)…

_Tá, tudo bem, para com isso, eu vou dizer…

_! (Faíscas de expectativa e excitação)

_…

_…!!! (Mais faíscas) Continue lendo…

Onde está o amor

8 de setembro de 2011 — 7 Comentários

Nós nos apertamos muito, às vezes durante longos trechos do caminho, às vezes durante o caminho todo, porque queremos ser amados. Esticamos a corda, fazemos escolhas equivocadas, abrimos brecha para as doenças, mentimos para nós mesmos, criamos as mais estranhas confusões, porque queremos ser amados. Machucamos, machucando-nos. Passamos ao largo dos sentimentos mais viçosos, das verdades mais intensas, das belezas mais risonhas, porque queremos ser amados. Erguemos muros altíssimos, quando tudo o que queremos é contato com a alma. Amordaçamos as nossas sementes, engaiolamos os nossos pássaros, tentamos conter os nossos rios, porque queremos ser amados. Continue lendo…

O Contrário do Amor

1 de setembro de 2011 — 4 Comentários

Já que estou sem tempo de escrever esses dias por causa das aulas no Rhema, vou colocar alguns textos que gostei de ler nos últimos tempos. Este é mais um de Martha Medeiros, que além de escrever maravilhosamente bem, tem uma sensibilidade incrível! Vale a pena cada linha! Abraço a todos… até breve!

O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença. Continue lendo…

Eu to quase uma vlogueira esses dias, né? rs.. só postando videos… É que tem chegado uns ótimos nas minhas mãos, e já que to sem tempo de escrever, vou aproveitando para compartilhar. Este é do espalheoamor.com.br, e considerei muito edificante!  Aproveita aí enquanto não dá pra gente conversar como de costume…

Grande beijo e até o próximo post!

Livro de Cabeceira

3 de junho de 2011 — 4 Comentários
Oi gente!!!
Que saudade, viu?! Nossa…!
Em primeiro lugar, quero de antemão explicar aos meus irmãos e amigos seguidores do blog, que estive (e estou) ausente há cerca de um mês por causa das aulas que estou dando no Rhema de Belo Horizonte, além das ministrações por aqui… afinal, preciso de concentração né gente?, e não to tendo tempo para mais nada… De fato, está sendo um tempo maravilhoso e edificante. Estou crescendo muito com este povo abençoado e caloroso de Minas! Entretanto, hoje decidi reabrir as postagens com chave de ouro! Gente, eu não podia deixar de compartilhar este texto, do nosso irmão em Cristo Erik Willians, postado em seu blog “Fatos e Focos”! Ele “falou e disse”, como dizemos no Nordeste, e arrasou com a analogia usada no texto para expressar a sensibilidade que um homem deve ter na hora de escolher uma companheira…
 
Então gente, este é um texto para mulheres e homens lerem e se deliciarem…  valeu Erik! Ficou um sucesso!!!
 
Vou lá, em breve estarei postando de novo, ok? Grande abraço!
 
No amor de Cristo, Lu Honorata!
 

Livro de cabeceira

Certa vez tive que responder uma pergunta um tanto o quanto difícil feita por duas amigas questionaram qual o tipo de mulher que os homens procuram. Continue lendo…

Olá pessoal!

Eu ando sumida, assumo, mas vocês não têm ideia da correria destes dias na minha vida! Estou me preparando para mais uma viagem, e ta bem apertado para parar e escrever, no entanto, recebi este texto da Glória Kallil por email e achei tãããooo legal que não podia deixar de compartilhar com vocês. Depois dessa, duvido você achar que ser chique é bobagem!!! Show de texto, show de ideias, show de conclusão! Palmas para a Glória Kallil e para quem “pegou a visão”… Lê aí!

Abraço grande, volto em breve!!!

Lu Honorata

“Nunca o termo “chique” foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje. A verdade é que ninguém é chique por decreto e algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda … elegância é uma delas..! Continue lendo…

Olá, galera que eu amo!

Hoje eu estou “Compartilhando Rhema“! Rs… Pois é, hoje é dia de postar o texto de um irmão em Cristo chamado Flávio Barros, que tem um blog pra lá de abençoado com este nome. A mensagem sobre perdão de pecados ser uma questão de justiça é muito edificante e esclarecedora, e sei que você será tremendamente abençoado por ela. Lê aí, e não deixe de visitar o blog dele.

Beijão e até mais!


“Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito. (Jo 3.16)

O amor, foi a mola propulsora da ação de Deus em direção a humanidade, do Deus trino, na pessoa do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Quando a bíblia diz que Deus nos amou, ela envolve as três pessoas da divindade. Vemos isso expresso na vida de Jesus o Deus Filho, em seus últimos momentos de vida terrena. Ele foi traído, humilhado, zombado, injustiçado, e após ser torturado física e psicologicamente, preso na cruz e ouvindo as ofensas dos seus acusadores, clama: “E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. (Lucas 23:34a)Continue lendo…

Carta aos “Apologistas”

27 de março de 2011 — 7 Comentários

Para quem não sabe, apologista é alguém que toma para si a responsabilidade de “defender a fé”, a verdade da Palavra de Deus ensinada e testemunhada pelas Escrituras sagradas.

Poderíamos dizer que todo cristão tem potencial para ser apologista, e deveria sê-lo na prática, porque é necessário que estejamos sempre alerta aos falsos mestres e doutrinas enganosas que possam surgir, sendo infiltradas de modo sutil nas nossas igrejas, fazendo-nos enveredar por caminhos que não são o da Palavra de Deus.

Bom, isto é um fato, e eu particularmente adoro ver um apologista em ação, falando ou escrevendo algo que corrija um pensamento doutrinário equivocado, ou ensine o caminho correto segundo a Palavra. Entretanto, algo tem me dado náuseas, e eu decidi expressar minha indignação quanto a isso neste texto: são os “apologistas” sem ética. Continue lendo…

Oi gente!

Encontrei este post no site Sinal do Reino, escrito pelo irmão Lucas Lainetti a respeito de relacionamento.

Achei muito bom o equilíbrio com o qual ele trata a questão, e decidi postar. Não é só para meninas hoje, ok? O conselho vale para ambos os sexos. Espero que você seja abençoado. Até logo!

“Já ouvi essa pergunta inúmeras vezes, nas suas mais diversas versões, “meu namoro é de Deus?”, “como posso ter certeza de que Deus está abençoando o meu relacionamento?” ou a melhor de todas “como saber se Fulana é a pessoa que Deus separou para mim?”. Continue lendo…

O Laço e o Abraço

12 de janeiro de 2011 — Deixe um comentário

Meu Deus! Como é engraçado! Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço… uma fita dando voltas. Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço.

É assim é que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço. Continue lendo…

Você só pode dar o que tem

30 de novembro de 2010 — 2 Comentários

Estava lendo um livro do irmão Kenneth Hagin sobre cura no qual ele fala que você só pode dar aquilo que tem. Ele faz essa declaração no intuito de provar que Deus é incapaz de colocar doenças nas pessoas, visto que ele não as possui no Céu.

Isto me fez pensar em muitas coisas. Iluminou-me em várias áreas.

Percebi que muitas vezes desconsideramos este princípio de forma inconsciente, e que, se o tivéssemos sempre em mente, mudaríamos de atitude em relação a muitas coisas. Continue lendo…

A Ponta do Iceberg

25 de novembro de 2010 — Deixe um comentário

É muito fácil falar bonito sobre o amor. A própria palavra já evoca coraçõezinhos voadores e rechonchudos nas nossas mentes, além de histórias dramáticas de amores infinitos e não-consumados. Falar de amor ou de novela hoje em dia pode representar a mesma coisa para alguns, entretanto, o amor bíblico é bem diferente.

Não pretendo que este texto seja mais uma apologia a 1 Coríntios 13. Eu sei que este é considerado o “capítulo do amor”, pois a precisão de Paulo ao falar sobre o assunto foi marcante e oportuna, além de muito útil. Mas eu não tenho visto mais este capítulo como a única ou principal chave para o conhecimento do amor, pois tenho percebido que fechamos os olhos para a forma como a Bíblia ousa defini-lo.

Notei que ainda mais rica que a descrição poética, precisa e fervorosa de Paulo sobre o verdadeiro amor, inspirado pelo doce Espírito Santo, é a insistente demonstração do mesmo por toda a Bíblia, sobretudo nos evangelhos.

Lemos 1 Coríntios 13, esquecendo-nos ou ignorando que ele está demonstrado de forma prática em cada atitude expressa de Deus, e principalmente na forma como Jesus viveu.

Quer ver como estamos enganados, todos nós? Pergunte a um ímpio sobre amor, e ele lhe falará sobre “paixão avassaladora” ou sobre envelhecer ao lado de alguém; pergunte a um cristão, e ele lhe falará de uma cruz.

Não que a cruz de Cristo seja um problema, pois de fato, ela foi a solução. Mas entenda, vemos a cruz, pontualmente, o momento da crucificação, da morte, lá no monte… A cruz, os cravos, a dor. Mas eu acredito piamente que a cruz de Cristo foi apenas – e me perdoe pelo “apenas” – a “ponta do iceberg”.

Os icebergs são grandes blocos de gelo imersos no mar que parecem ser pequenos, pois apenas 10% da sua massa aparecem do lado de fora da água (a ponta do iceberg), dando uma impressão equivocada sobre as suas reais dimensões.

Não é interessante perceber que Jesus viveu certo tempo neste mundo e, assim como um iceberg, seu ministério – a parte “visível” da sua vida – tenha correspondido a aproximadamente 10% deste período? Foram trinta e três anos dos quais só temos conhecimento de cerca de 3 anos e meio.

Certamente Jesus não sofreu apenas no Calvário, ou durante seu tempo de ministério nesta terra, pois de que valeria a cruz de Cristo, se ele tivesse vivido “de qualquer jeito”, sem nenhum tipo de sofrimento, fazendo o que queria sempre que “dava na telha”? Não teria valor algum! Foram os 33 anos de “dores” que o prepararam para aquele momento que dividiria os tempos!

Essa cruz, tão falada e tão amada, foi o ápice de uma vida crucificada. Muitos a apontam como o supremo ato de amor de Cristo, todavia, ela foi o cume de uma trajetória de renúncias e agonias por amor a nós, e ao Pai.

Penso honestamente que, às vezes, nos esquecemos de que Jesus era gente. Sim, gente como a gente, de carne e osso, que possui desejos, sonhos, fome, sede… Gente que vai ao banheiro, que fede quando sua e se aborrece quando é contrariado. É como se ignorássemos o fato de que, junto com o corpo preparado por Deus para ele (Jo 1.14, Hb 10.5), também tenham vindo as concupiscências da carne.

Não! Não venha me dizer que Jesus não tinha concupiscências, pois a Bíblia fala que ele foi tentado como nós, porém, sem pecado (Hb 4.14-15), e “cada um é tentado, quando atraído e engodado {ou seduzido} pela sua própria concupiscência” (Tg 1.14). Logo, se Jesus foi tentado, foi atraído e seduzido pela concupiscência que havia nele.

Sim, Jesus era preservado do pecado pela comunhão que nutria com Deus, entretanto, ele sofria às tentações penosamente, crucificando a carne com as suas concupiscências cada vez que decidia não mentir, não se ensoberbecer, não invejar, não fornicar… Enfim, cada vez que renunciava “cometer seus próprios erros”, que como ser humano poderia sentir-se no “direito” de cometer.

Já pensou se ele tivesse falado as coisas que ouvimos alguns cristãos dizerem por aí? Tipo: “É a minha vida, tenho direito de errar, ninguém tem nada com isso…” ou “errar é humano”. Não, ele não fez isso… Ele SOFREU.

Amor que é amor é aquele que renuncia o seu direito em favor do outro. Isso sim é uma cruz! É aquele que paga o preço de não lançar mão até do que lhe é permitido quando isto significa prejudicar alguém; que sente a dor para não ver o outro agonizar; que acredita e investe quando o terreno parece árido e infértil…

Paulo disse que o amor é sofredor, e é importante frisar que Jesus não sofreu apenas na cruz.

Particularmente, eu penso em quantas vezes ele quis ceder à sua carne, e jogar bola com os amiguinhos ao invés de ler a Bíblia…

Penso como ele pode ter desejado deitar numa rede e descansar em vez de “ir a pé até Cafarnaum” debaixo de sol escaldante, ou em como deve ter sido duro para ele suportar as injúrias, os escárnios, a incredulidade da própria família, a companhia de um traidor e o irritante som das multidões alvoroçadas, quando tudo que ele queria fazer talvez fosse “reclinar sua cabeça” e ter um pouco de sossego…

Penso em quantas vezes ele quis dar uma resposta desaforada e atrevida aos fariseus, ou talvez até a Maria, quem sabe…?

Quanto “sapo” Jesus deve ter engolido, sendo homem, para fazer a vontade do Pai e representá-lo fielmente!

A Bíblia diz que a prova do amor de Deus foi ter-nos dado Jesus, SEU filho, herdeiro e sócio dos negócios celestiais, quando ainda éramos pecadores. Eu, porém, digo que a prova do amor de Jesus, pelo Pai e por nós, foi ter suportado paciente e penosamente, tudo que lhe fora confiado.

Foi pensando sobre tudo isso que concluí que não sabemos ainda o que é amar… Bom, pelo menos a maioria de nós ainda não aprendeu como amar a Deus e aos nossos como convém, com esse amor incondicional e sofredor, que nega a si mesmo e se desgasta pelo outro, acreditando que esse é o caminho para a glória.

Quando estivermos dispostos a ter uma vida assim, crucificada, dia após dia, e não apenas um momento, saberemos que o amor é um andar cotidiano, e não um gesto momentâneo, um texto na internet, ou uma pregação na calçada…

Assim, portanto, a exemplo da cruz de Cristo e dos icebergs, seja também o nosso proceder. Nem sempre as pessoas verão tudo o que fazemos e sofremos por amor ao Senhor e à sua Palavra, contudo, é este sofrimento que irá nos aperfeiçoar com um peso de glória que ecoará por toda uma eternidade.

“… se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados. Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós… Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro.” Romanos 8.17-18,36

Luciana Honorata

Sem Máculas

18 de abril de 2007 — Deixe um comentário

 

É um amor assim que eu tenho desejado: sem máculas. Um amor desinteressado, convicto em suas intenções, perfeito em seus propósitos, transparente, sucinto, resplandecente! um amor verdadeiramente determinado a cumprir o seu intento, pois é preciso que entendamos de uma vez por todas que amar não é sentir. Estou aprendendo a aprender que o amor está nas atitudes e quero trazer este rhema pra você também. Jesus nos amou de forma sobrenatural, inexplicável, mas você já percebeu que não há nenhuma passagem nos evangelhos que indique afetuosidade explícita do Mestre para com quem quer que seja? Beijos, abraços, demonstrações de carinho… nada disso é amor! São sim, expressões de afeto, mas jamais podem ser denomionados de "dom supremo". Amor é muito mas que apego. Paulo disse na carta aos romanos: " Mas Deus prova o seu amor para conosco por ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores" Rm 5:8 É nisso que conhecemos o amor real: a atitude de entrega, abnegação, renúncia por parte de quem tinha direito a tudo mas decidiu recusar a própria vida para nos dar. É nesse exemplo que eu quero me inspirar, não no conceito de troca que o mundo determina, como se o amor fosse uma moeda ou algum tipo de comércio… não! Eu não me conformo em não amar, mas não apenas isso, exerço fé e ousadia quando decido que quero mesmo é amar como Cristo. Se você chegou a ler isto, provavelmente você é amado por mim e nem saiba, mas eu quero te dizer que eu não me importo em te amar ocultamente, pois eu não preciso do seu consentimento para fazê-lo, nem tampouco da sua reciprocidade, o que eu preciso é amar! Pela fé, tenho feito isso e hoje eu quero te estimular a fazer também: não ame só quem lhe ama, não ame só a quem merece, não ame só a quem lhe retribui, não ame só que você consegue amar e nem desista de amar quem você não consegue… apenas ame! Pòde ser difícil no começo, mas sem sombra de dúvida irá fluir com a prática e pode contagiar as pessoas se vc permitir que parta de você. Pense… o avivamento do amor pode começar aqui!