Arquivos para Conhecer a Deus

Medo da Vontade de Deus

28 de outubro de 2012 — 7 Comentários

Houve um tempo (não muito recente e nem muito far away), em que eu temia a vontade de Deus. Para mim, ela era uma incógnita, um grande mistério insondável a respeito do qual eu não me atrevia a pensar e receava questionar, afinal, fosse lá o que ele tivesse em mente a meu respeito, como Deus soberano criador de céus e Terra, ele devia saber o que estava fazendo.

No entanto, ter ciência de que Deus certamente era preciso em seus projetos não me tranquilizava. Eu me pegava, por muitas vezes, imaginando-o Continue lendo…

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Esta é a paráfrase da afirmação feita por Tassos Lycurgo no Café Filosófico da UFRN, cujo vídeo está disponibilizado no You Tube, e estou reproduzindo neste post. Eu sei, com conhecimento de causa, qual o sentimento compartilhado pelos ateus, pois eu tive durante cerca de 10 anos o ceticismo e o orgulho que cega aqueles que se dizem pensadores, mas rejeitam todas as evidências INCONTESTÁVEIS de que a existência de Deus é mais lógica e plausível, do que a negação do seu ser.

Nestes dois videos que se complementam, Tassos mostra de forma imparcial e não religiosa, que o conhecimento científico não nega, mas pelo contrário, aponta para a existência de um DEUS criador e pessoal. Continue lendo…

Do jeito que eu sou

19 de dezembro de 2011 — 9 Comentários

Tenho quase um metro e oitenta, minhas mãos são enormes, calço 39 quando não tem 40 e passei os primeiros 22 anos da minha vida numa acirrada luta contra a balança.

Sou mega-hiper-ultra-desastrada, roí as unhas até o sabugo por anos a fio, tenho ciúmes dos meus amigos, tento aprender violão há séculos (não com tanta perseverança) e não saio da mesma música.

Eu falava “assim”, com a língua nos dentes. Era tímida, acredite (na realidade, em essência ainda sou, embora interprete muito bem a expansividade).“Burra” em geografia e história, gosto de pensar que sou boa em matemática e português, mas não sou fluente em outra língua por “medo de perder” a nativa.

Tenho dificuldades de concentração, esqueço fácil de dar o recado. Rotina não é meu forte, disciplina é esforço sobre humano, e gosto de guardar coisinhas velhas com significado – além de alguns segredos…

Ta bom, não vou falar todos os meus defeitos, afinal, ainda quero um pouco de crédito da sua parte, pois tenho algo a dizer. Algo, aliás, que pode mudar a forma como você se vê. Continue lendo…

Sem pagar passagem…

30 de abril de 2011 — 4 Comentários

Eu sei que já virou clichê dizer que “ler é viajar”, no entanto, vou usar este jargão para falar de uma das minhas maiores paixões – a leitura.

É notório que a maioria das pessoas ainda não descobriu esta verdade. Em um país onde é necessário se fazer campanha para incentivar a leitura e a maioria das pessoas escreve errado – dê apenas uma olhada rápida nas coisas que elas escrevem nas redes sociais, e verá que não estou equivocada – falar da leitura como algo prazeroso é quase revelar um mistério. Continue lendo…

Clichês

17 de março de 2011 — 4 Comentários

Oi gente! Voltei!!!

Depois de quase um mês de “férias” do blog, finalmente vou postar algo. É algo que vinha sempre voltando à minha mente como tema, e decidi me render. Espero que você seja abençoado!

Abraço grande!

Clichês

Houve um tempo na minha vida em que eu odiava clichês. Para mim, eles pareciam coisa de gente preguiçosa, que não sabia ou não queria pensar com a própria cabeça, que não queria construir alguma coisa original e particular. Eu fugia disso “como o diabo foge da cruz”, evitando falar ou fazer qualquer coisa muito ordinária, previsível ou óbvia demais. Continue lendo…

O que Deus quer para você?

27 de janeiro de 2011 — 6 Comentários

“…não vos torneis insensatos, mas procurai compreender qual a vontade do Senhor.” (Efésios 5.17)

Eu sei, essa é uma das perguntas mais feitas pelos cristãos. A gente se converte, passa instantaneamente a ter prazer na Lei de Deus, e já começa a “fuçar” nas coisas espirituais a vontade de Deus para nossas vidas. Queremos saber o que o Pai espera de nós, os planos que ele tem a nosso respeito. Desejamos fazer a sua vontade imprescindivelmente. Continue lendo…

Debaixo do Mesmo Teto

27 de junho de 2009 — 4 Comentários

 

É interessante o conceito que muitos de nós temos a respeito de conhecer a Deus. Percebo que há uma dificuldade em aceitá-lo como sendo uma pessoa, que tem individualidade, pensamentos e sentimentos, assim como nós.

Geralmente, nos esquecemos que fomos feitos à sua imagem e semelhança, o que significa que quase tudo o que somos, é porque ele mesmo o é. Creio que é por essa razão que não o temos conhecido como ele mesmo gostaria, e ficamos sempre à margem daquilo que ele propõe em termos de relacionamento.

Gosto de pensar que conhecer a Deus seja como conhecermos qualquer outra pessoa. Já pensou nisso?!

Observe como existem pessoas que nós só conhecemos de ouvir falar ou que já as tenhamos visto apenas de relance. Destas, não sabemos quase nada a respeito, exceto talvez o nome ou algo que outros nos falaram sobre suas atividades profissionais. Há também aquelas com as quais temos um relacionamento superficial, pois fazem parte do nosso cotidiano, trabalham conosco, congregam na mesma igreja, etc., mas que não sabemos muito sobre elas. Outras há que são mais próximas a nós, como nossos amigos mais íntimos, que sabem a data do nosso aniversário, gosto musical, algumas das nossas virtudes e alguns dos diversos defeitos que temos.

Porém, o nível mais profundo de relacionamento que experimentamos, geralmente acontece com aquelas pessoas que vivem debaixo do mesmo teto conosco. Nossos pais, irmãos, cônjuges… São eles que sabem dos nossos problemas, que nos viram crescer e superar traumas, que nos socorrem quando “entramos numa fria”… Enfim, estes nos conhecem melhor do que quaisquer outras pessoas, e não haveria como ocultar deles aquilo que somos, ainda que quiséssemos, pois o relacionamento constante produz a intimidade, e é ela que proporciona o conhecimento profundo.

Assim também é com o Pai. Existem vários níveis de relacionamento que podemos alcançar na comunhão com ele. Vemos muitas pessoas que ouvem falar de Deus e até viram algumas manifestações do seu poder, mas tudo que sabem sobre ele é a respeito de um “vago Natal com o menino Jesus e um pouco de Papai Noel”. Elas não conhecem quase nada sobre Deus.

Há aquelas, por sua vez, que têm um relacionamento superficial com o Pai. Já foram “apresentadas” a ele por meio do novo nascimento, mas ainda não sabem quem ele é de fato. Algumas até servem na igreja e freqüentam os cultos, mas não se dedicaram a gastar tempo de comunhão com Ele o suficiente para saber do que gosta, como pensa e vê a vida. Muitos cristãos passam toda a sua vida assim: aceitam que a palavra é a verdade, mas não prosseguem em conhecer ao Senhor.

É uma situação bem diferente daqueles que se tornaram amigos íntimos do Todo-poderoso. Estes sabem sobre Deus, e podem falar até com certa propriedade das coisas que viram e ouviram da parte dele. Se Deus se vestisse, por exemplo, eles até saberiam escolher uma bela camisa para presenteá-lo. Entretanto, este nível de relacionamento seria muito bom, se ainda não fosse aquém das expectativas de Deus.

A verdade é que nada se compara a “viver debaixo do mesmo teto com Deus”. Assim como acontece com as pessoas que moram conosco e nos conhecem mais do que quaisquer outras. Não significa “encontrar com ele” nas noites de domingo ou nos cultos de oração, mas dormir e acordar com ele, todos os dias até em fins de semana e feriados, andando em constante comunhão no espírito, dedicando a vida, os pensamentos, as decisões, compartilhando segredos, dando e recebendo, correndo para o seu colo nos momentos de dor, buscando ajuda em momentos de aflição, comemorando junto as conquistas…

Essa é a proposta da Nova Aliança!

Não me refiro apenas a ter a vida de Deus dentro de nós, mas usufruir dessa vida em plenitude. Refiro-me a conhecer a Deus, relacionando-nos com ele. A Palavra nos convoca a isto!

(Oséias 6.3) – Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao SENHOR.

Conhecer é muito mais que ter informações sobre algo ou alguém. É a informação adicionada à prática. É experimentar a informação. Isso requer tempo e dedicação. E por mais que resistamos a essa idéia, é justamente esse o nível de intimidade ao qual fomos chamados. Se a palavra diz que podemos, é porque podemos!

Deus enviou o seu próprio Espírito para habitar em nós a fim de que possamos conhecê-lo também, e intimamente! Pois “o Espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus” (1Co2.10).

Hoje nós podemos experimentar Deus. Temos a sua palavra nos informando sobre seu caráter, sua natureza, seus propósitos, mas também possuímos o seu divino Espírito para tornar esta Palavra real na nossa própria vida. Podemos dizer que sabemos quem ele é, porque “tem sido” em nós e temos provado da sua poderosa presença e manifestação, por menores que possam parecer aos olhos dos incrédulos.

Existe uma unção disponível para que os filhos conheçam o Pai celestial, e experimentem uma vida debaixo do mesmo teto com Deus. Damos graças a Deus por isso, pois os servos não têm parte na herança, no entanto, os filhos usufruem de tudo que é do Pai, e têm o privilégio de serem íntimos o suficiente para serem também amigos e desfrutar da sua maravilhosa presença.

Luciana Honorata